

| 1970
- É a vez do album "H To He Who am The Only One",
que é lançado no meio do ano. Já
denominado pela crítica como a banda do
som "dark", o VdGG, cada vez mais,
se aperfeiçoa em seu estilo
diferente, fazendo um tapete de sons
espetaculares para a voz poderosa
de Hammill evocar seus poemas.
Na canção "Emperor In His War Room" o grande convidado para executar a guitarra é Robert Fripp do King Crimson. Durante as gravações de "H...He", Nic Potter abandona o grupo, deixando para Hugh Banton grande parte dos baixos que também foram executados nos pedais do teclado. 1971- O ano de Pawn Hearts. Definitivamente um dos melhores discos de todos os tempos. É o "Seargent Peppers" dos anos 70. Para os fãs do Van Der Graaf, este disco é a obra-prima do rock progressivo. Composicões complexas e longas, com uma sonoridade jamais ouvida. Pawn Hearts é o verdadeiro som que oVan der Graaf Genarator pesquisou nos albuns anteriores e realizou aqui com maestria. Robert Fripp, do King Crimson, mais uma vez, aparece como guitarrista convidado. A música "A Plague of Lighthouse Keepers" conta a história de um homem amaldiçoado preso para sempre num farol marítimo. Segundo o crítico musical, Valdir Montanari, em seu livro "Rock Progressivo" (Papirus Livraria Editora,1985), "...Em certa altura, há uma simulação de um choque entre navios. Foi a coisa mais impressionante que já ouvi em matéria de som gravado." Em 1972, é lançada a coletânea " 68-71" . Depois, a banda se afastou do cenário artístico porque, segundo alguns historiadores, não havia receptividade do público, inclusive em seu país natal, a Inglaterra. Até 75, Hammill seguiu com a carreira solo, fazendo pequenas apresentações e gravando excelentes discos, sempre com a participação de seus amigos do VdGG. Guy Evans, David Jackson e Hugh Banton gravaram nesse período "The Long Hello". 1975
- A pedidos de muitos fãs e de alguns "promoters" a
banda retorna com sua formação clássica: Peter Hammil,
David jackson, Guy Evans e Hugh Banton . Em maio, vão à França
para uma "tour".
1976 - A banda continua extensivamente excursionando pela Europa. Em outubro, pela primeira vez, vão aos Estados Unidos. De volta da turnê americana, retornam aos estúdios para finalizar as gravações de "STILL LIFE", iniciadas em 75. Still Life é um disco simplesmente brilhante: letras profundas, melodias belíssimas e um som de gravação excepcionalmente bonito e correto. Canções como "My Room" e "Still Life" continuaram a ser favoritas nos shows individuais de Hammill após a dissolução do grupo. Único CD do VdGG lançado no Brasil... Curiosidade infeliz: no vinil lançado no Brasil, faltam as duas notas iniciais do sax de David Jackson na música "My Room". 1976 - Assim que terminam as gravações de Still Life, já iniciam as novas sessões de World Record. A formação permanece a mesma:Hammill, Jackson, Banton e Evans. O disco foi realizado entre 30 de outubro e abril de 76. Grandes destaques para "When She Comes" e na viagem de 20 minutos da faixa "Meurglys III, The Songwriter's Guild", onde Peter Hammill executa um incrível solo de guitarra. 1977-
Ano de grandes mudanças. Hugh Banton
e David Jackson abandonam a banda e são
substituidos pelo antigo colega Nic Potter (baixo)
e pelo violinista Graham Smith, que haviam participado das
gravações do recente álbum solo de Peter Hammill,
OVER. Com a nova formação, o grupo também
muda o nome para simplesmente VAN DER GRAAF. Após várias
turnês, pela Europa, eles gravam, em maio e junho, o
novo disco "THE QUITE ZONE / THE PLEASURE DOME. Com a sonoridade
bastante diferente dos álbuns anteriores,
"The Quite Zone.." vem com canções mais ritmadas
e com muito violão e violino (Smith). David
Jackson participa como convidado, inserindo pequenos
arranjos de sax e flauta. Um disco bem diferente do conhecido "som
dark" do VdGG, mas com a mesma qualidade de sempre.
1978
- Em 16 de janeiro , a banda realiza um concerto memorável
no "Marquee", em Londres.
1985 - Este disco não pode ser considerado como da discografia oficial. O VdGG já tinha acabado há algum tempo e Peter Hammill seguia sua brilhante carreira solo, quando ele mesmo resolveu mandar prensar algumas cópias em vinil de Time Vaults, que antes havia sido lançado apenas em fita cassete. O disco contém antigas gravações nunca lançadas, todas elas em versões de ensaios sem qualidade ou preocupação técnica. É um álbum apenas para os aficionados", como PH escreveu na contra-capa. Os iniciados notarão partes do que viria a ser "Black Room", dando a impressão de que todo o material de Time Vaults era pra mostrar um pouco mais da história do VdGG e, também, matar a saudade dos fãs. É como se fosse um disco pirata oficializado. 1994 Lançamento de várias gravações feitas pela BBC entre 1971 e 1976. Segundo o próprio Peter Hammill, o disco traz os registros mais próximos do som e estilo das apresentações ao vivo da banda. O som excelente e a variedade do repertório dão uma boa mostra da excepcional criatividade do VdGG. 2000 - THE BOX
Em 13 de novembro é lançada uma caixa contendo 4 CDs pela Virgin, com o melhor do Van der Graaf Generator. Apesar de não haver muita novidade no repertório, o grande lance dessa compilação, além da parte gráfica sensacional , com fotos e textos que essas caixas trazem, é que o próprio Peter Hammill mixou todas as faixas. CD 1: People You Were Going To / Afterwards / Necromancer / Refugees / Darkness / After the Flood / White Hammer / House with no Door / Killer / Lost . CD 2: Theme One / W / A Plague of Lighthouse-Keepers / (In the) Black Room / Lemmings / Man-Erg CD 3: La Rossa / Arrow / Still Life / My Room / Sleepwalkers / Pilgrims / Childlike Faith / Scorched Earth CD 4: Masks / Meurglys III, the Songwriter's Guild / When she comes / Wondering / The Wave / Cat's Eye/Yellow Fever / Chemical World / Door / Sci-finance / The Sphinx in the face 2003 - DVD - Godbluff Live 1975 Único lançamento oficial em DVD gravado em Charleroi, Palais de Expos, em 27 de setembro de 1975 durante a tournê francesa. O álbum Godbluff completo é apresentado ao vivo com toda a energia da banda. E ainda de bonus as faixas "Theme 1" (de George Martin) e a incrível "A Plague of Lighthouse Keepers", completa, ambas gravadas em 1970.
& Hugh Banton : apresentações ano vivo, um CD duplo "Present" e possivelmente um DVD. Clique na capa para maiores informações. 2007-Real Time - Aúdio CD oficial do reencontro do VdGG no Royal Festival Hall in 2005. O disco foi lançado em 5 de março pela Fie!. Track list: Disc one: 1. The Undercover Man / 2. Scorched Earth / 3. Refugees / 4. Every Bloody Emperor / 5. Lemmings / 6. (In the) Black Room / 7. Nutter Alert 8. Darkness - Disc two: 1. Masks / 2. Childlike Faith in Childhood's End 3. The Sleepwalkers / 4. Man-Erg /5. Killer / 6.Wondering
2008 - Trisector - Três anos após o lançamento de Present e um o registro ao vivo de Real Time em 2007, Van der Graaf Generator lança, em 17 de março, o tão esperando álbum sem a presença de David Jackson. Track list: 1. The Hurlyburly, 2. Interference Patterns, 3. The Final Reel, 4. Lifetime, 5. Drop Dead, 6. Only in a Whisper, 7. All That Before, 8. Over the Hill, 9. (We Are) Not Here
2011
- A Grounding in Numbers - Com
o trio Peter Hammill, Guy Evans & Hugh Banton, VdGG lançou dia
14 de março mais um tão esperado álbum e como
sempre inovando com novas texturas sonoras, mas sem se desligar do brilhante
passado.
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* discos lançados no Brasil em vinil
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disco lançado no Brasil em CD e vinil
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